segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

"Descobrindo o Transtorno e Déficit de Atenção - TDA"

"Descobrindo o Transtorno e Déficit de Atenção - TDA"
Márcia Homem de Mello©



Engraçado como o terno “a necessidade obriga” foi importante no meu mais recente investimento em estudos e busca de informações.

Mais surpresa ainda fiquei na conclusão desta minha pesquisa pessoal ao constatar que ainda precisamos evoluir MUITO nesse tema, o chamado Transtorno e Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade, o TDA-H. Para alguns o DDA, ou Distúrbio de Déficit de Atenção.

TDA-H é um distúrbio neurológico que se caracteriza pela alteração da atenção, impulsividade e hiperatividade, que atinge entre 3 a 5% de todas as crianças em idade escolar. O Transtorno pode ocorrer sem a Hiperatividade.

Vale ressaltar que TDA-H é uma disfunção cerebral, na qual o cérebro não funciona adequadamente, devido a interferência de impulsos rápidos, que se manifesta por três grupos de sintomas: desatenção, hiperatividade e impulsividade.

A primeira busca pode ocorrer pela hiperatividade, esse termo já é comum e de conhecimento mais popular. Geralmente crianças hiperativas levam apelidos ligados a esse comportamento inquieto, ou ouvem reclamações dos pais dizendo que parece que são “ligadas na tomada”. Ou a busca pode ocorrer pela dificuldade de aprendizado, uma criança muito dispersa, dificuldade de compreender textos, etc. Mais difícil a procura por conseqüência de atos impulsivos. Ressaltando que esses comportamentos devem estar presentes em qualquer ambiente que se freqüente, não tendo relação com comportamentos que expressem falta de limite na educação/criação.

Apesar de ser um distúrbio comum na infância, pouco se vê em resultados de diagnósticos, podendo levar o transtorno a fase adulta ainda sem nenhum tipo de informação e tratamento ao portador. Ou por inúmeras vezes, ter um diagnóstico confundido com o Transtorno Bipolar.

Tem sido considerado de origem genética, o que me mostrou uma complicação ainda maior devendo haver um levantamento histórico familiar que muitas vezes não é feito, mantendo o transtorno como individual na família ou tratando-se apenas suas comorbidades relacionadas (depressão, dislexia, ansiedade, abuso ou dependência de drogas, disturbios alimentares, etc) .

Com freqüência elevada no sexo masculino, a linha de busca não deve excluir o sexo feminino, mesmo sendo estatisticamente menor.

É importante lembrar que o diagnóstico para ser realizado na fase adulta, deve conter um levantamento de informações desde a infância, pois é onde se iniciam os sintomas. Buscar informações com familiares ajuda muito nesse momento, caso o adulto tenha poucas lembranças. O diagnóstico não deve ser feito com base em relato só na fase adulta.

A importância de se fazer o diagnóstico na infância se deve ao fato de que o tratamento minimizará os comprometimentos sociais, escolares e familiares, nessa fase e o prolongamento na fase adulta, na qual os comportamentos já estão instalados e as dificuldades de atenção continuam atrapalhando a qualidade de vida. Apesar de haver uma tendência ao declínio da hiperatividade, ou uma adaptação dessa inquietação na fase adulta, como a substituição por atitudes de estar sempre andando de um lado para outro, de fazer tudo como se estivesse com muita pressa, de não conseguir deixar as mãos paradas e assim por diante.

Existe um consenso de que nas meninas o tipo clínico mais comum é sem hiperatividade (tipo predominantemente desatento) e nos homens, mais freqüente o quadro com hiperatividade.

Minhas buscas se concentraram na fase adulta, por ter sido o meu ponto de partida, e também por reconhecer uma deficiência no diagnóstico desse transtorno dos profissionais da área, que não se percebem muitas vezes dos motivos geradores de uma doença como a depressão, ou dos indivíduos com diversos tipos de vícios, como as drogas químicas, o álcool, jogos, entre outras.

Alguém que teve sua depressão tratada, mas que ainda continuava sentindo-se “diferente”, de um angustiado em seus relacionamentos pessoais e sociais, por exemplo, ao saberem do diagnóstico de TDA-H, demonstraram um alivio tão significativo, que vale á pena investir mais tempo profissional nessa área de estudos.

Quando uma pessoa apresentar um quadro depressivo, fóbico, de ansiedade, um abuso de drogas, um distúrbio anti-social ou delirante, obsessividade, for imprudente, impulsiva, desorganizada, enfim, é importante fazer um levantamento mais específico para eliminar ou não a possibilidade de TDA-H.

Fiquei me perguntando quantas pessoas poderiam ter vencido a luta contra o vicio das drogas se tivessem sido diagnósticas corretamente? Quantas pessoas poderiam vencer a frustração profissional ou educacional? Quantos relacionamentos poderiam ser resgatados se houvesse o tratamento adequado do TDA-H? Quantos acidentes de trânsito seriam evitados? Quanto se teria diminuído estatisticamente de doenças sexualmente transmissíveis ou de gravidez precoce?

E uma última pergunta que me pareceu mais relevante ao final das minhas reflexões: Quanto os profissionais poderiam ter melhorado a qualidade de vida dessas pessoas evitando que algumas se voltassem para o “mundo do crime”, já que existe uma prevalência elevada de adultos portadores de TDA-H em estabelecimentos prisionais?

Estranho pensar nessas perguntas vistas por esse ponto de vista? Num primeiro momento pode ser, mas se aprofundarmos o tema, verá que a responsabilidade é muito maior do que parece.

Graças aos avanços científicos estamos tendo a possibilidade de mudar tudo isso. Mas precisamos do compromisso da divulgação da informação destes avanços, com a finalidade de chegar-se ao maior número possível de diagnósticos, corretos e o mais breve possível na fase de desenvolvimento do indivíduo.

Impressiona a aflição de um TDA-H em não conseguir se organizar em sua vida pessoal, apesar de reconhecer a necessidade dessa organização, sente-se vencido, derrotado e extremamente frustrado pela falta de estímulo em executar tarefas simples do dia-a-dia.

Essa confusão atinge todas as áreas, da profissional, financeira, social, até a familiar e conjugal. O que torna difícil a convivência e compreensão desse tipo de comportamento por parte dos demais que sequer se dão conta do quanto isso angustia um TDA-H, apenas se afastam, demitem, cobram, pressionam e reclamam.

Na família do TDA-H, que pode vir a ter mais de um portador, os conflitos são maiores, tornando essa convivência um verdadeiro caos.

O tratamento existe. Com uso de psico-estimulante e terapia o TDA-H terá condições de modificar positivamente tudo isso. É importante a busca pelo profissional adequado que fará o diagnóstico e iniciará o processo correto, com acompanhamento da medicação e da terapia.

Converse com o profissional, se informe BEM sobre o assunto.





Para ajudar nesse tema, vou destacar alguns itens que também me foram importantes nesse momento.






Aqui o médico Drauzio Varella conversa com um médico psiquiatra sobre o tema:



Vídeos sobre TDA-H:
Programa do Jô de 2003, entrevista com o Dr. Paulo Mattos:

Dr. Paulo Issa

Dra. Ana Beatriz Silva:

Pesquisa feita por pesquisadores gaúchos revela que o TDAH tem pouco a ver com influências ambientais e mais com fatores genéticos e neurobiológicos da criança:

Um video usando realidade virtual, sobre o olhar de uma criança em sala de aula com exemplos de TDAH:

Existe uma associação que ajuda no tema:

Associação Brasileira de Déficit de Atenção - http://www.tdah.org.br



Dois outros links também contendo muitas informações:

Nesse site pode ser encontrado o Consenso Brasileiro de Especialistas sobre o Diagnóstico do Transtorno de Déficit de Atenção – Hiperatividade em Adultos - http://www.tdah.org.br/consenso_final.pdf



domingo, 9 de janeiro de 2011

Fundação Getúlio Vargas Cursos On line GRATUITOS

Cursos gratuitos 

A Fundação Getulio Vargas é a primeira instituição brasileira a ser membro do OCWC (Open Course Ware Consortium), o consórcio de instituições de ensino de diversos países que oferecem conteúdos e materiais didáticos de graça pela internet.

Para ter acesso ao que o FGV Online oferece a você nesse Consórcio, veja as opções abaixo. Em caso de dúvidas, consulte a página de Dúvidas Frequentes.
Tópicos temáticos introdutórios na área de Gestão Empresarial - carga horária de 5h
Balanced Scorecard
Conceitos e Princípios Fundamentais do Direito Tributário
Intermediação em Investimentos Financeiros
Contratação de Trabalhadores
Fundamentos da Gestão de Custos
Motivação nas Organizações
Processo de Comunicação e Comunicação Institucional
Introdução à Administração Estratégica
Relevância das Questões Ambientais
Produto, Marca e Serviços
Fundamentos da Gestão da TI
Gerenciamento do Escopo de Projetos
Tópicos temáticos introdutórios na área de Metodologia - carga horária de 5h
Conhecimento, Saber e Ciência
Espaço da Universidade na Sociedade
Cursos em áreas de conhecimento diversas - carga horária de 15h
Qualidade em Serviços (NOVO!!)
Ciência e Tecnologia
Diversidade na Organização
Ética Empresarial
Recursos Humanos
Cursos para professores do Ensino Médio - carga horária de 30h
Filosofia
Sociologia

domingo, 5 de dezembro de 2010

Dieta do Tipo Sanguíneo

Dieta do Tipo Sangüíneo

A dieta do tipo sangüíneo foi desenvolvida pelo médico naturopata Dr. Peter J. D'Adamo e publicada em seu livro "Eat Right For Your Type" (Se Alimente Corretamente de Acordo com seu Tipo de Sangue), publicado em 1996 nos Estados Unidos. Muitos especialistas discordam da teoria proposta pelo Dr. D'Adamo, alegando falta de comprovação científica em grande parte de suas afirmações, porém, isso não irá ser tratado aqui.
Basicamente, a dieta do grupo sanguíneo segue a premissa de que:
  • Cada grupo sangüineo (A, B, AB e O) devem seguir dietas específicas
  • Para cada grupo sanguíneo, os alimentos podem ser classificados como:
    • benéficos: alimentos que previnem e tratam doenças
    • neutro: alimentos que não previven doenças porém também não prejudicam à pessoa
    • nocivos: alimentos que podem agravar ou causar danos à pessoa
Mas o que cada grupo sangüíneo pode comer?

Sangue Tipo O

São carnívoros com aparelho intestinal forte e necessitam comer proteínas animais diariamente, caso contrário, estão propensos a desenvolver doenças gátricas como úlceras e gastrites devido a alta produção de sucos gástricos

Alimentos Benéficos:
Carnes: bovina, carneiro, vitela, cordeiro
Peixes: bacalhau, badejo, sardinha, linguado, salmão
Laticínios: Queijo de leite de cabra, queijo de soja
Frutas: ameixa, nozes, figo, sememte de abóbora
Verduras: abóbora, brócolis, espinafre, alface romana, acelga, salsa
Cereais: Evitar
Outros: azeite de oliva

Alimentos Neutros:
Carnes: frango e peru
Peixes: atum, camarão, lagosta
Laticínios: mussarela, manteiga, queijo minas
Frutas: noz pecãn, castanhas, avelã, pinha
Verduras: abobrinha, agrião, inhame
Cereais: farelo de arroz, farinha de trigo integral
Outros: óleo de canola

Alimentos Nocivos:
Carnes: carne de porco e derivados como presunto e bacon
Peixes: caviar, salmão defumado, polvo
Laticínios: creme de leite, iogurte, leite (integral ou magro), a maioria dos queijos, sorvete
Frutas: laranja, morango, côco, amora, amendoim, castanha do pará, pistache, castanha de caju, abacate
Verduras: berinjela, champignon, milho, repolho
Cereais: aveia, trigo, cuscuz e pão branco
Outros: óleo de milho, óleo de amendoim

Sangue Tipo A

São vegetarianos com aparelho intestinal sensível e têm dificuldades para digerir proteínas de origem animal, pois sua produção de suco gástrico é mais limitada.

Alimentos Benéficos:
Carnes: evitar carnes vermelhas
Peixes: bacalhau, salmão vermelho, salmão, sardinha, truta
Laticínios: queijo de soja, tofu
Frutas: abacaxi, ameixa, cereja, figo, limão, amora, damasco
Verduras: abóbora moranga, alface romana, acelga, brócolis, cenoura, acelga, alcachofra, cebola
Cereais: farinhas de centeio, arroz, soja e aveia, pão de farinha de soja
Outros: alho, molho de soja, missô, melaço de cana, gengibre, chá verde, café normal, vinho tinto

Alimentos Neutros:
Carnes: frango e peru
Peixes: atum, pescada
Laticínios: iogurte, mussarela, ricota, iogurte c/ frutas, coalhada, queijo minas
Frutas: melão, passas, pêra, maçã, morango, uva, pêssego, goiaba, kiwi
Verduras: agrião, chicória, milho, beterraba
Cereais: fubá de milho, flocos de milho, cevada
Outros: açúcar branco, chocolate, alecrim, mostarda (seca), noz-moscada, manjericão, açúcar mascavo, manjericão, orégano, canela, hortelã, salsa, salvia

Alimentos Nocivos:
Carnes: bovina, carneiro, cordeiro, pato, porco e derivados, vitela
Peixes: mexilhões, lagostim, salmão defumado, caviar, ostra, lagosta, camarão, caranguejo.
Laticínios: creme de leite, sorvete, leite magro e integral, manteiga, requeijão
Frutas: caqui, carambola, côco
Verduras: repolho, tomate, inhame, batata, berinjela, batata doce
Cereais: Creme e germe de trigo, farinha de trigo integral, pão preto, pão integral, farinha branca, granola
Outros: alcaparras, gelatina pura, pimenta em grão, vinagre, cerveja, licor, chá preto, refrigerante

Sangue Tipo B

Podem tolerar dieta mais variado e o único tipo de sangue que tolera bem laticínios em geral.

Alimentos Benéficos:
Carnes: carneiro, cordeiro, coelho, veado
Peixes: bacalhau, salmão, linguado, badejo, caviar, sardinha
Laticínios: iogurte, mussarela, coalhada, leite, queijo, ovos, ricota
Frutas: abacaxi, bananas, mamão, uvas, ameixa fresca
Verduras: batata doce, cenoura, berinjela, inhame, beterraba, brócolis, couve, repolho
Cereais: arroz integral, aveia integral
Outros: gengibre, salsa, açafrão, hortelã, pimenta, ginseng, gengibre, sálvia

Alimentos Neutros:
Carnes: carne bovina, peru, vitela
Peixes: arenque, truta, atum, lula
Laticínios: leite soja, queijo parmesão, queijo soja, manteiga, requeijão, leite integral
Frutas: morango, laranja, kiwi, passas, pêra
Verduras: abóbora, agrião, alface, acelga, aipo, cogumelos, espinafre
Cereais: granola
Outros: café, vinho branco, cerveja, chá preto, chá de amora, hortelã, camomila

Alimentos Nocivos:
Carnes: frango, pato, porco, presunto
Peixes: lagosta, camarão, anchova, caranguejo, polvo, ostra, polvo, mexilhão
Laticínios: queijo fundido e roquefort, sorvete com leite
Frutas: caqui, carambola, coco
Verduras: alcachofra, azeitonas, tomate, broto de feijão, milho verde
Cereais: farinha de trigo, milho, centeio
Outros: canela, maisena, pimenta branca e do reino, gelatina pura, refrigerantes, bebidas destiladas

Sangue Tipo AB

Necessitam de uma dieta equilibrada contendo um pouco de tudo.

Alimentos Benéficos:
Carnes: carneiro, coelho, cordeiro e peru
Peixes: atum, bacalhau, cavala, sardinha, garoupa, truta
Laticínios: coalhada, iogurte, mussarela, ricota, queijo cottage
Frutas: abacaxi, ameixa, cereja, figo, limão, kiwi, uva, framboesa
Verduras: aipo, alho, beterraba, berinjela, brócolis, couve-flor, pepino
Cereais: arroz, farinha de centeio, de trigo, aveia
Outros: curry, alho, missô, gengibre, camomila

Alimentos Neutros:
Carnes: faisão, fígado
Peixes: arenque, linguado, carpa
Laticínios: leite e queijo de soja, leite desnatado, requeijão
Frutas: ameixa seca, pêra, passas, mamão, maçã, pêssego
Verduras: broto de bambu, cebolinha, escarola, agrião, vagem
Cereais: cevada, germe de trigo, granola
Outros: açafrão, mel, açúcar, melaço, chocolate, vinho

Alimentos Nocivos:
Carnes: bovina, frango, porco, presunto e vitela
Peixes: anchova, camarão, caranguejo, lagosta, linguado, ostra, mexilhão, siri
Laticínios: leite integral, creme de leite, queijo parmesão, brie, provolone, roquefort, manteiga
Frutas: banana, caqui, goiaba, laranja, manga
Verduras: alcachofra, milho verde, nabo, pimentão, rabanete
Cereais: farinha de cevada, de milho, trigo sarraceno, cereais matinais, amido de milho
Outros: alcaparras, tapioca, vinagre, mel de milho, anis, maisena, malte de cevada, pimenta do reino e vermelha

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Lição de vida!

Lindo!!!
Esta fábula traz uma bela lição de vida!!!


A Fábula do Porco-espinho.

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor.
Por isso decidiram se afastar uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados.
Então precisaram fazer uma escolha: ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.

Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
Aprenderam assim a conviver com as pequenas

feridas que a relação com uma pessoa muito
próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro.
E assim sobreviveram.

Moral da História

O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com a individualidade do outro, e admirar suas qualidades.